Rio + 20… A conferência que nada disse, mas tudo diz resolver.
Este post foi retirado do meu site www.vigilantenegro.com aqueles que gostarem comentem os que amarem visualizem o site lá encontrarão muito mais material
posted 25 de junho de 2012 /
Direciono minha flecha, desta vez na direção certa.
Charge Rio + 20A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, foi realizada, de 13 a 22 de junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. A Rio+20 foi conhecida por marcar os vinte anos de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) e deveria definir a agenda de desenvolvimento para as décadas futuras.
Rio-20! Josias de Souza. – Charge do Aroeira,Idêntica a Rio – 92, esta reunião marcada de desacordos e falta de compreensão de ambas as partes.Ao fazer dos agricultores Brasileiros seu alvo principal, esquecendo de que a reunião deve-se falar de todos não só de um, tentando mobilizar a opinião pública nacional e internacional contra o agronegócio Brasileiro no debate do Código Florestal, ONGs internacionais como o Greenpeace, WWF e seus aliados locais erraram de alvo e de crise. Eles atacaram o setor que mais apresentou ganhos de sustentabilidade no País, ao contrário do que ocorre no setor industrial urbano.O foco dos quase 200 representantes diplomáticos que prepararam o documento final dos chefes de Estado foram o desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza( algo que ao meu ver é descrito com uma unica frase – “se a presidente prometeu e não cumpriu, por que prometer algo que nunca será cumprido). O processo de discussão da Rio+20 se inseriu num colar de eventos realizados em locais charmosos: Cancún, Copenhague, Durban, Rio de Janeiro, mas realmente deveriam ter sido feitos nos verdadeiros locais a serem afetados pelas decisões da reunião
200 mentes um documento nenhum resultado.As divergências eram maiores do que as convergências. Após meses de preparação, a três dias do evento no Rio de Janeiro não havia consenso entre os países sobre mais de 60% do texto proposto. Ao assumir a coordenação, a diplomacia Brasileira conseguiu um feito inédito: obteve o acordo de 100% dos representantes e fechou o texto antes da chegada dos chefes de Estado. Alguns ambientalistas, políticos e instituições multilaterais consideraram o texto pouco ambicioso, claro que não teve ambição pois no Brasil ambição não existe.Não levando em consideração o momento de tensão e dúvida em todos os sentidos que vivemos.No campo ambiental, muitos se colocam na posição de quem planeja o que não executa e avalia o que não fez.O contexto mundial é de uma crise duradoura. Etimologicamente, o hipócrita é quem não entende o alcance da crise e não age corretamente. Ficando “abaixo” da crise. É um hipo-crise, por mais que grite e esperneie. Seus oráculos, profecias e críticas perdem o vínculo com a realidade, com as ações possíveis e necessárias, gerando ainda mais frustração entre os jovens que estão cada vez mais desatualizados com os assuntos do mundo, não por falta de informação, mas por que as discordâncias das partes envolvidas acarretando com isso falta de interesses do publico jovem e não contribuindo em nada para encontrarmos caminhos de solução para a crise global.
Um dia este Deserto será chamado de AmazôniaNo que pese o Climagate, o descrédito do PainelIntergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), a intervenção da ONU mudando sua governança deste painel e uma série de novos resultados recomendando prudência no alarmismo do aquecimento global, um fórum climático Brasileiro anunciou, alegremente, durante a Rio+20, que a temperatura na Amazônia vai subir 6 graus até o final deste século. Isso é quase um grau por década. Não são dados. São estimativas de modelos, baseados em hipóteses inverificáveis, apresentadas como certeza religiosa e alerta profético, como todo bom Brasileiro que não desiste nunca e também não desanima vão esperar subir temperaturas, descer terrar, morrer pessoas para que algo seja resolvido. Muito mais concretas e objetivas foram, por exemplo, as prefeituras do grupo C 40 (Climate Leadership Group), ao anunciar metas reais e não tão ambiciosas de redução de gases de efeito estufa para as 59 cidades que fazem parte da iniciativa no mundo, coisa que deveria ter sido sugerida a séculos atrás, mas naquela época não existia efeito estufa não tinham com oque se preocupar, como agora tem resolveram pensar. Uma semana depois da Rio + 20 nada se fala o povo foi teve literalmente a boca calada com um documento que nada diz, mas que será exemplo para as próximas décadas.
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