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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Colhemos o que plantamos.

                                                                          "É pessoal, família
a gente não escolhe, a gente atura".

Esta frase é tão antiga, que nem sei lhes dizer se foi dita com estas mesmas palavras, mas é fácil entender seu significado. Se plantarmos o mal colhemos o mal, se plantamos o bem, só colheremos bons frutos. Na vida em uma boa plantação (risos) seguir esta premissa faz com que qualquer pessoa saiba seu destino.

Sou o tipo de pessoa que não acredita em segundas chances, que torce para que a pessoa que errou, erre novamente só para provar que pau que nasce torno não se endireita. Cometer um erro por mera graça. –há faz me rir, isto não existe, se seguiu para o lado negro da força, você manchou o nome de seus familiares para sempre e não adianta correr atrás da família, quando este erro não é o primeiro. Dó, eu não tenho alguma, quero que aprenda com os erros, não que vá melhorar, pois não acredito, mas para provar o gosto amargo de seus frutos, da terra podre por onde quis andar e agora diz viver dela.

Diga-me com quem andas que lhe direi quem és: posso dizer com orgulho, é e sempre vai ser um marginal, viciado, menos importante que um cão, e não são laços sanguíneos que vão me fazer chorar lagrimas de perdão, que vão me fazer dizer: oh pobre coitado... Coitado é filho de rato que nasce pelado, você escolheu tomar uma atitude errada, fez seus entes queridos chorar. Sua decisão de seguir este caminho, de mudar sua trajetória para algo fácil, ou melhor, algo ridículo só me faz sentir nojo de ter certa criatura como membro da família.

Espero que a hospedagem paga pelos meus impostos lhe faça pensar.

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